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Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009
caim

imagem

Comprei-o na passada terça-feira e comecei logo a ler... ali mesmo, na plataforma da estação, enquanto aguardava o comboio que, entretanto, chegou. Instalei-me confortavelmente e continuei a minha leitura.

Olhei e, na minha diagonal, estava um apóstolo dos nossos dias; vulgo padre. Percebi pela aliança prateada com uma cruz gravada.

Ele olhou para mim, depois para o livro. Fez um esgar de desagrado tão óbvio que me incomodou. Não parava de olhar; ora para mim, ora para o livro. De repente, faz o sinal da cruz direito ao livro, eu atónita a olhar para ele, abriu a Bíblia, rezou qualquer coisa entredentes enquanto abanava a cabeça em sinal de reprovação, benzeu-se e, até sair, aquele olhar cruel continuou.

Agora não sei... não sei se me excomungou se, com o sinal da cruz, tentou proteger-me contra os males que poderão advir por estar a ler aquele livro (não vá o Senhor não ter mais com que se preocupar do que comigo...).

A ignorância é, de facto, transversal; nem o canal directo para o Senhor que, creio, os padres têm (género telefone vermelho da Casa Branca), os livra da estupidez e dos juízos de valor que, por serem, à partida, homens de fé não deveriam fazer.


sinto-me: chocada

publicado por D. Maria Cachucha às 10:33
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Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
diz que os como...

Devorei...

Inés da Minha Alma

Isabel Allende

 

Estou a devorar...

A Estirpe

Guillermo Del Toro & Chuck Hogan

imagens

 


sinto-me:

publicado por D. Maria Cachucha às 15:05
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Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
a propósito de ontem...

A expressão (...) só faz falta quem está! (...) é absolutamente idiota! E contra mim falo porque, de vez em quando, a uso. Ontem isso aconteceu e, qual epifania, percebi a grande parvoíce que estava a dizer. Caramba, quando as pessoas estão presentes o mais natural é fiquemos muito, muito felizes por isso, congratulamo-nos pela sua demonstração de carinho e amor. Por outro lado, sentimos realmente falta de quem não está, lembramo-nos da pessoa pela sua ausência e de como seria bom ou só agradável que estivesse presente. E eu ontem senti isso; não por mim mas por quem mais precisava de ser acarinhado e amado por todos na família... mas houve quem não tivesse estado presente por pura estupidez.... e isso é imperdoável.


sinto-me: furiosa

publicado por D. Maria Cachucha às 10:32
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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
oral de Língua Portuguesa

Não gosto da Dra. Fátima Campos Ferreira nem como jornalista, nem como moderadora de debates, mas lá que proporciona momentos ímpares, lá isso...


sinto-me:

publicado por D. Maria Cachucha às 17:57
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Segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
let the game begin!

PAUSE!!!! PAUSE!!!!

Se estavas bem porque é que foste fazer isso?!?!?

 

Estas são as reacções do meu namorado a tentar ensinar-me a jogar Medieval II Total War.

Quanto a mim, fica provado que a minha propensão para jogos é tão grande, tão animadora, que voto à matança os meus próprios "bonecos" - neste caso a minha própria facção, os Escoceses.

Mas eu ainda vou provar ao N. que sou melhor jogadora do que ele; ele queixa-se que todo o Mundo está em guerra com o país dele, eu sou mais conciliadora - trade rights para um lado, alianças para outro. E quero tanto a paz que não consigo sequer pensar que, para ganhar o jogo, vou ter de exterminar os ingleses e conquistar-lhes o território.

Começo a perceber que o meu instinto de auto-preservação deixa muito a desejar...

 


sinto-me: guerreira... qb

publicado por D. Maria Cachucha às 17:08
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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
os tesouros de Vera Cruz (que os há...)

E o vozeirão desta senhora que se chama Ana Carolina? As letras podem não agradar a todos, mas instrumental e vocalmente é extraordinária.

Esqueçam lá a mariquice do "Girl Power"; "Woman Power" é que é!!!!


sinto-me: musical
música: Album "Ana Rita Joana Iracema e Carolina", 2001

publicado por D. Maria Cachucha às 11:02
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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
do talento

Sem comentários... overwhelming...


sinto-me:

publicado por D. Maria Cachucha às 13:04
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estado de espírito III

Leu-se...

      

 

Lê-se...

 

 imagens aqui


sinto-me: a dar largas à leitura
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publicado por D. Maria Cachucha às 11:10
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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
no táxi

No táxi:

 

- Sabe, menina, eu nunca pedi namoro à minha mulher, mas foi um amor de toda uma vida.

- Como assim?

- Conheci-a quando tinha 7 anos, na Escola Primária. Ela encantou-me logo. Andávamos sempre juntos, onde ia um, ia o outro, brincávamos juntos... não sei se está a ver.

- Estou a ver, estou...

- Enfim... crescemos e aos 17 anos disse-lhe: I., eu vou para a Marinha mas, assim que passar a Cabo, volto para ti. Gostava que esperasses por mim. Mas sem nunca lhe pedir namoro, não sei se está a ver.

- Hmmm, Hmmm...

- Mal consegui as devisas de Cabo voltei como lhe prometi e, já crescidos, andávamos sempre na companhia um do outro. Continuei sem lhe pedir namoro; os nossos olhos, menina, é que namoravam, não sei se está a ver.

Sorri, completamente embevecida.

- Passado um tempo disse-lh: I, prepara as tuas coisas; vamos casar! Falei com os pais dela e não queira saber a confusão!! Então eu ia casar com ela sem antes lhe pedir namoro? Como podia ser?!?! Dizia a mãe dela: Como é possível? Ele nunca foi capaz de te medir namoro, I.!

- Pois, mas foi capaz de a pedir em casamento!!

- Pois é menina, fui capaz de pedir a filha deles em casamento e dei-lhes dois netos que são um luxo. Ainda hoje, ao recordar estas estórias, eu e a minha I. rimo-nos muito, não sei se está ver!


sinto-me: embevecida

publicado por D. Maria Cachucha às 17:26
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Terça-feira, 27 de Outubro de 2009
da dúvida

Eu tenho uma dúvida (enfim... se fosse só uma...) que é a seguinte:

 

Imaginemos que morremos todos (animais e plantas) e que o planeta fica sem nada; vazio na mais lata acepção da palavra. Na falta de alguém para o pensar, para lhe atribuir uma existência, para viver nele, com cosnciência dele, poder-se-á considerar que o planeta continuaria a existir e a ter a mesma designação?

 

Obrigada e bom dia!

 


sinto-me: na dúvida

publicado por D. Maria Cachucha às 12:54
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